domingo, 22 de julho de 2012

As figueiras e os seus figos


As figueiras e os seus figos


As figueiras estão presentes em todos os continentes, salvo na Antártica.
O figo sempre foi considerado um alimento rico e de grande disponibilidade, quer consumido em fresco na sua época de maturação, quer como figo seco de longa possibilidade de conservação.
É um alimento muito rico, fonte de fibras alimentares solúveis e insolúveis. É rico em manganês, cobre, vitaminas B1, B5, B6 e magnésio. O figo seco é particularmente rico em magnésio, cálcio, potássio, vitaminas A e K e ferro.
É muito apreciado quer directamente como fruto, quer como componente enriquecedora da gastronomia, em pratos cozinhados, saladas, doces e bebidas.
Nesta época em que eles começam a surgir no mercado, aqui se deixa algumas receitas, que experimentámos e gostámos.


sábado, 7 de julho de 2012


Dourada no forno

Serve 2 pessoas

Ingredientes:
  • 2 douradas grandes
  • Batata nova pequena
  • 2 cebolas médias
  • 3 dentes de alho
  • 3 tomates frescos (ou em conserva pelado)
  • 1 alho-francês
  • 1 pimento pequeno (verde ou vermelho)
  • 1 copo de vinho branco
  • 1 limão
  • Salsa
  • Azeite
  • Sal e Pimenta
Confecção:
  • Pré-aquecer o forno a 200ºC.
  • Descascar a cebola e o alho. Lavar o alho-francês. Limpar de sementes e graínhas o tomate e o pimento.
  • Cortar a cebola em rodelas finas. Picar o alho. Laminar o pimento e o alho-francês em juliana fina. Cortar o tomate em cubos pequenos. Reservar cada ingrediente em separado.
  • Descascar a batata. Reservar dentro de água.
  • Golpear pouco profundo a dourada.Temperar com um pouco de sal. Distribuir o alho picado nos golpes da dourada, e a salsa nas barrigas.
  • Num tabuleiro fundo colocar uma camada de metade da cebola e o alho-francês. Adicionar as douradas. Guarnecer a batata ao redor do peixe.
  • Cobrir com tomate, pimento, cebola e alho restantes.
  • Temperar de sal e pimenta. Regar com um fio de azeite, sumo de limão e vinho a gosto.
  • Cobrir o tabuleiro com uma folha de alumínio. Levar ao forno cerca de 20 min, até a batata e o peixe estarem pré-cozidos.
  • Retirar a folha de alumínio. Deixar assar e apurar cerca de 30 a 40 min. Verificar de vez em quando a batata, picando com um palito. Refrescar com o molho para não deixar secar.
  • Servir.



quarta-feira, 4 de julho de 2012


Cocktail de manga com Champagne

Serve 6

Ingredientes

  • 2 mangas grandes (maduras) 
  • 6 dl de Champagne
  • 6 colheres de sopa de groselha

Decoração

  • 6 morangos inteiros
  • 6 bouquets de hortelã
  • 6 palhinhas

Confecção

  • Descascar a manga. Cortar em pedaços.
  • Num liquidificador, triturar a manga. Se a manga tiver o veio muito fibroso, coar por um passador de rede. Voltar a colocar no liquidificador.
  • Adicionar 2 dl de Champagne e ligar de novo máquina alguns segundos.
  • Verter para copos altos de cocktail. 
  • A cada copo, adicionar 1 colher de sopa de xarope de groselha.
  • Completar os copos com o restante Champagne bem fresco muito lentamente para não misturar os líquidos.

Decoração

  • Em cada palhinha espetar um morango fresco e hortelã.

Servir


Nota: à falta de morangos, pode decorar com um cubinho de manga espetada na palhinha.

quarta-feira, 27 de junho de 2012


 Champagne, 
vinho espumante originário 
da região do mesmo nome, em França


É interessante sabermos que há registos tão antigos como os do ano de 496, momento da conversão ao cristianismo do rei Clovis, relativos ao apreço pelo vinho da região de Champagne. 
Desde então, são inúmeras as referências ao longo dos tempos a um vinho que, embora originário de França, é hoje produzido com grande qualidade em muitas partes do mundo, incluindo em Portugal.
As suas categorias principais são o extra-bruto, o bruto-natura ou bruto-selvagem, todos secos. E também o extra-seco, o seco, o meio-seco e o doce, este último raríssimo.
Vale a pena cada um de nós pesquisarmos e conhecermos melhor o muito que encerra a história e a produção do Champagne.
Pelo lado de Saberes e Sabores da Amoreira Negra, experimentámos algumas receitas de gastronomia com Champagne, que hoje aqui deixamos.

sábado, 9 de junho de 2012

Mousse de Framboesa


Na foto pode ver-se uma pequena colheita das nossas framboesas.
Que tal uma mousse fresquinha de framboesa?



Mousse de Framboesa

Ingredientes

  • 500 gr de framboesas
  • 200 gr de açúcar
  • 2 claras
  • 150 gr de natas
  • 2 colheres de sopa de leite
  • 3 folhas de gelatina

Confecção

  • Numa tigela, demolhar a gelatina em água fria. 
  • Num passador de rede, lavar em água corrente muito suavemente as framboesas. Deixar escorrer bem. Secar se necessário com papel absorvente.
  • Guardar no frigorífico 15 framboesas.
  • Desfazer em puré as restantes framboesas. Passar por um coador de rede fina.
  • Num tacho pequeno em lume brando, juntar o puré de framboesa e o açúcar. Mexer bem. Não deixar ferver.
  • Fora do lume, adicionar a gelatina escorrida. Mexer bem para a incorporar ao preparado.
  • Deixar arrefecer completamente.
  • Com um batedor de varas, bater as natas e o leite até espessar.
  • Juntar às natas o preparado de framboesa, pouco a pouco de cada vez. 
  • Bater as claras em castelo firme.
  • Incorporar as claras em castelo suavemente, para não quebrar a consistência da mousse.
  • Verter em taças individuais ou numa taça grande. Levar ao frigorífico para solidificar bem.
  • Decorar com as framboesas inteiras reservadas.
  • Saborear.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Toucinho-do-Céu




Toucinho-do-Céu de Guimarães


Doce Conventual de ovos, amêndoas e chila!


Um pouco da sua história, narrada pelo Chef  Mário Moreira : 



É uma soberba e rica sobremesa de maravilhoso requinte conventual, onde os seus ingredientes exalam aromas e sabores únicos. Com origem no Convento de Santa Clara, em Guimarães, fundado no século XIV, actual Câmara Municipal.
O Toucinho-do-Céu é o mais doce dos diversos tesouros que a cidade berço oferece. As doceiras clarissas, pouco dadas aos rigores monásticos, por acharem insuficiente a soma (6$400 réis por ano) a que tinham direito, encontraram uma forma de aumentar o seu pecúlio ao dedicarem-se à produção para fora do citado doce. Desde cedo granjearam fama.
Em 1758, o Arcebispo de Braga, por lhe constar que "coisa" estava a assumir foros de abuso, ou seja, as freiras clarissas eram pouco dadas ao serviço de deus, além de se dedicarem a danças e outras coisas profanas, interditou-lhes, as artes de pastelaria. Em 1760 esta punição seria renovada e agravada. Em 1771 a abadessa e as suas clarissas enviaram um requerimento ao arcebispo, declarando ser oprimidas. Foi-lhes concedida mas de forma limitada a licença de produzir o famoso doce. Era enorme a importância desta iguaria gastronómica para o convento e para a região.
Esta iguaria é a mais e sumptuosa especialidade da doçaria conventual vimaranense.
Ingredientes:
  • 500 gr de açúcar
  • 2 dl de água
  • 150 gr de amêndoa (pelada e ralada)
  • 3 colheres de sopa de doce chila
  • 18 gemas
  • 2 claras
  • farinha q.b.
  • manteiga q.b.

Confecção:
  • Juntar água e açúcar. Deixar dissolver e levar ao lume até atingir ponto pérola.
  • Adicionar a amêndoa e a chila. Deixar ferver um pouco até fazer a ligação.
  • Retirar do lume. Deixar arrefecer um pouco.
  • Misturar as gemas e as claras, sem bater.
  • Adicionar ao preparado de amêndoa e chila.
  • Levar de novo ao lume, sem deixar ferver, apenas para coser as gemas.
  • Retirar do lume. Deixar arrefecer completamente.
  • Verter para uma forma previamente untada com manteiga e polvilhada com farinha.
  • Levar ao forno, a uma temperatura moderada, 1 hora.
  • Desenformar.
  • Decorar com amêndoa ou açúcar pilé. 

terça-feira, 5 de junho de 2012

Batido de cereja



Na foto pode ver-se uma pequena colheita da nossa cerejeira.
Que tal um batido de cereja fresquinho?




Batido de cereja 

Ingredientes

300 gr de cereja (descaroçada)
3 dl de leite (bem frio)
4 colheres de sopa de groselha
4 colheres de sopa de iogurte (pedaços ou aroma de cereja)

Confecção

Na liquidificadora, juntar todos os ingredientes até obter uma bebida cremosa.

Servir

Nota: - Ingredientes para uma dose individual.
- Pode juntar açúcar q.b., se desejar.